Senado aprova pensão especial para filhos de vítimas de feminicídio
Texto segue para sanção presidencial
Texto segue para sanção presidencial
Os senadores aprovaram nesta terça-feira (3) a concessão de pensão especial a filhos e dependentes de vítimas de feminicídio. O benefício será pago a menores de 18 anos de idade de família de baixa renda, no valor de um salário mínimo, que será dividido entre os filhos e dependentes.
O texto segue para sanção
presidencial.
Pelo Projeto de Lei
976/2022, a família do órfão deverá ter renda familiar mensal per capital igual
ou inferior a um quarto do salário mínimo (R$ 330) para que seja feito o
pagamento da pensão especial.
A pensão pode ser
paga antes da conclusão do julgamento do crime. Caso a Justiça não considere
que houve feminicídio, o pagamento é suspenso, sendo que os beneficiários não
serão obrigados a devolver os valores recebidos, desde que não seja comprovada
má-fé.
O projeto impede
que suspeito de cometer o feminicídio ou de coautoria do crime de receber ou
administrar a pensão em nome dos filhos.
Outra proibição é
acumular a pensão com demais benefícios da Previdência Social.
Em 2022, o número de feminicídios aumentou 6,1% em comparação ao ano anterior. Foram 1.437 mulheres mortas por serem mulheres. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2023, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, houve crescimento de todas as formas de violência contra a mulher.
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